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The bud of wonder, the flower of the arts, the fruit of philosophy and (as ultimate reboot:) the seed of religion

From the first moment in which a child’s sensorium is awakened to wonder–the great source of all the arts of beauty, philosophies of truth, and quests of the ultimate good–it remains rooted forever in the human heart. But like all roots, it can be forgotten. Song and story should flourish (from fable and nursery rhyme to the music of Bach), rational reflection later ripen like a fruit (from the rampant “why’s” of a child to the meditations of a Chinese lohan), and finally, from this fruit should emerge the seed of religious quest, where wonder turns slowly into awe (as Saul became Paul). The call of wonder from within each of these domains can easily fade if not disciplined according to the demanding contours of its own energies: art can degrade into willful fancy or wanton technologies (in which means lose sight of ends); philosophy into isolated specializations and orphaned sciences (in which wisdom drowns in information); and authentic religion into subjective spiritualities (in which sanctity cedes to ‘states of consciousness’). The three homes and fountainheads of wonder are best preserved by staying in communion one with the other. But that requires effort. This is what I understand to be disciplined wonder. As ever-new technologies, individual sciences and multiple spiritualities fill the world, true wonder is threatened by mere titillations and curiosities, and the pseudo-wonder of bigness and sheer power. The arts, philosophy and religion were the unwilling progenitors of these modern deviations. They became separated from each other, and lost their context, perspective and focus in the flurry of modernity. Only their regained cooperation can corral such dissipated productions back into the context of the true, the good and the beautiful.

O broto da admiração, a flor das artes, o fruto da filosofia e (como última ‘reinicialização’:) a semente da religião

A partir do primeiro momento em que o sensório da criança é despertado para o deslumbramento (a admiração, o espanto) – a grande fonte de todas as artes da beleza, filosofias da verdade e buscas do bem supremo –, este permanece para sempre enraizado no coração humano. Mas, como todas as raízes, pode ser esquecido. Canções e estórias podem florescer (desde as fábulas e cantigas infantis até a música de Bach), a reflexão racional pode amadurecer como uma fruta (desde os frenéticos ‘porquês’ de uma criança até as meditações de um lohan chinês) e, finalmente, desta fruta pode emergir a semente da busca religiosa, em que a admiração transforma-se, lentamente, em adoração (como Saulo se transforma em Paulo). O chamado da admiração em cada um desses domínios pode facilmente morrer se não for disciplinado segundo os exigentes contornos de suas próprias energias: a arte pode degradar-se em capricho e tecnologias desenraizadas (nas quais os meios perdem de vista os fins); a filosofia em especializações isoladas e ciências órfãs (nas quais a sabedoria afoga-se na informação); e a religião autêntica em espiritualidades subjetivas (nas quais a santidade cede lugar aos ‘estados de consciência’). Os três lares e mananciais da admiração são mais bem preservados pela comunhão contínua um com o outro. Mas isso requer esforço. Isto é o que eu entendo por admiração disciplinada. Assim como as sempre novas tecnologias, ciências individuais e múltiplas espiritualidades enchem o mundo, a verdadeira admiração é ameaçada por meros flertes e curiosidades, e pelo pseudo-deslumbramento da simples vastidão quantitativa e do puro poder. As artes, a filosofia e a religião foram os progenitores relutantes dessas obsessões modernas. Elas se separaram uma da outra e perderam seu contexto, perspectiva e foco no turbilhão da modernidade. Apenas sua cooperação reconquistada pode encurralar suas crias dispersas de volta ao contexto do verdadeiro, do bem e do belo.